Autora: Sónia Pintassilgo


Artigo| Saint-Maurice, A.; Pintassilgo, S. (2018), Ethnic differences in results of fertility and mother’s health care: Portuguese population and Cape Verdeans living in Portugal, Journal of Population Research, 35, 131–150


Resumo: This paper pursues a comparison between sociographic profiles and birthcare conditions related to the Portuguese and Cape Verdean mothers living in Portugal, considering the cultural and ethnic variables as determinants to possible distinctions. Based on the live birth Survey, the Fertility Survey results and the Population Census (official statistics produced by the National Statistics Institute), a statistical analysis was performed, namely, a K-means Cluster Analysis and a Multiple Correspondence Analysis (MCA). We adopted a longitudinal and comparative perspective in the 1995-2013 period. Furthermore, a synchronic analysis approach has been underlined, thoroughly exploring the database of entries of live births for the year 2013. Despite the fertility rate being lower in the Portuguese population, there is a tendency for convergence between the fertility patterns of both populations, which reveals a porosity of the the Cape Verdean population by incorporating a different fertility model from the one that exists in their country of origin. Fertility occurs later in the Portuguese women compared with the Cape Verdeans. Differences were also observed in both populations, regarding the sociographic profiles, the birthcare conditions and, finally, the marital status and family structure.


Consultar: https://link.springer.com/article/10.1007/s12546-018-9204-0#citeas

Autora: Vanessa Cunha


Artigo| Cunha, V. (2009), Filhos a mais: descendências numerosas e a questão do (não) planeamento dos nascimentos, Sexualidade & Planeamento Familiar, 52/53, pp.23-27


Resumo: Sustentada num novo paradigma contraceptivo, a reprodução conjugal é hoje uma arena de livres escolhas: os casais podem decidir se querem ter filhos, quantos querem ter e quando os querem ter. Não obstante esta tendência, há ainda na sociedade portuguesa uma desigual distribuição de recursos e competências na população, nomeadamente a competência a nível da vigilância contraceptiva. Por conseguinte, os filhos a mais – que estão ancorados em contextos sociais mais desfavorecidos – consubstanciam situaçõesem que o “acidente” na trajectória reprodutiva conduz à constituição de descendências numerosas, descendências essas que superam os próprios ideais de fecundidade orientados pela «norma dos 2 filhos».


Consultar: https://www.ics.ulisboa.pt/file/5319/download?token=fYR8f0oc

Autora: Vanessa Cunha


Capítulo de Livro| Cunha, V. (2016) O adiamento do segundo filho. As intenções reprodutivas tardias e a fecundidade da coorte nascida em 1970-1975. In: Cunha, V., Vilar, D., Wall, K., Lavinha, J. e Pereira, P. T. (Orgs.), A(s) Problemática(s) da Natalidade em Portugal. Uma Questão Social, Económica e Política, pp.125-133, Imprensa de Ciências Sociais, Associação para o Planeamento da Família


Resumo: Não disponível


Consultar: Não disponível

Autora: Vanessa Cunha


Capítulo de livro| Atalaia, S., Cunha, V. (2017), O impacto da crise nos nascimentos em Portugal: uma perspetiva territorial. In: João Ferrão & Ana Delicado (Eds.), Portugal Social em Mudança. Retratos Municipais, pp.33-41, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa


Resumo: A diminuição de casais com filhos e do número de filhos por casal são tendências que acompanham a queda da natalidade em Portugal. O impacto da recente crise económica veio expor um território contrastante, que opõe os municípios do Norte, Centro e Regiões Autónomas aos da Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo e Algarve.


Consultar: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/29177

Autora: Vanessa Cunha


Capítulo de livro| Cunha, V. (2018), Conciliação da atividade profissional com a vida familiar: Igualdade entre mulheres e homens e natalidade. In: Conselho Económico e Social (Ed.), Desafios demográficos : a natalidade, pp.89-108, Almedina


Resumo: A baixa natalidade constitui um fenómeno social complexo e dinâmico que se encontra no epicentro do acelerado processo de declínio e envelhecimento da população de muitos países desenvolvidos (Bandeira 2014, Cunha 2014). São muitos os desafios que esta realidade demográfica coloca, já hoje, às sociedades. Identificar estes desafios, assim como as linhas de atuação para desacelerar, mitigar ou mesmo inverter uma tendência que se afigura de fundo, global e inexorável, implica articular perspetivas e congregar esforços de diferentes atores sociais comprometidos com esta problemática (Cunha et al. 2016). Exatamente com este propósito decorreu a Conferência do Conselho Económico e Social, “Desafios Demográficos: A Natalidade”, convidando cientistas sociais, decisores políticos e parceiros sociais ao debate alargado e consequente sobre a realidade portuguesa da baixa natalidade.


Consultar: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/37102